domingo, 29 de abril de 2012

Talvez não me fugisse de entre os dedos ...

...
Talvez não me fugisse de entre os dedos, 
A alma como um barco que se afasta, 
Se à frágil condição de tanto medos,
Pudesse eu ter de ti o que me basta, 
Se à frágil condição de tanto medos,
Pudesse eu ter de ti o que me basta.
...
Eu espero a vida inteira por te ver,
E a vida que é só minha, ainda me espera.




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